28 dezembro 2008

Transmissão automática - CVT


De acordo com a evolução tecnológica vários componentes do automóvel estão cada vez mais modernos, incluindo o sistema de transmissão.

No Brasil, o câmbio automático ainda não é muito utilizado, devido principalmente pelo “gosto” do povo brasileiro, que ainda mantém a preferência pelo câmbio mecânico. Mas, cá entre nós, dirigir numa cidade como São Paulo no horário de pico não é muito mais cômodo num veículo com transmissão automática? Creio que nesse ponto você concorda conosco não é mesmo?

Parece que desta vez as coisas estão começando a mudar. Cada vez mais carros estão saindo com o câmbio automático. Tanto que até a Fiat, (que raramente utiliza esse equipamento nos seus carros) agora dispõe do Marea automático.

Câmbio CVT do Audi A4

Como estávamos falando sobre tecnologia, iremos comentar sobre um novo sistema de transmissão automática. Estamos falando sobre o sistema variável, o CVT, que faz trocas bastante suaves, já presente em veículos como o Audi A4.

O Audi A4 vem equipado com o CVT (Contunuosly Variable Transmission) ou transmissão continuamente variável chamado de Multitronic pela marca alemã. A principal diferença está nas “mudanças de marchas”, muito suaves, quase imperceptíveis, uma vez que o câmbio possui infinitas relações de marcha. Ou seja, o motor fica praticamente numa rotação constante (3500 rpm, por exemplo) enquanto o câmbio faz o trabalho, com a velocidade aumentando. Tudo sem que o motor tenha sua rotação elevada.

Diferente dos outros sistemas, a alavanca possui apenas quatro posições (Parking, Ré, Neutro e Drive) ou as “trocas” podem ser feitas em dois botões no volante.

Este tipo de caixa de mudanças não possui engrenagens como os câmbios mecânicos ou discos hidráulicos como nos câmbios automáticos convencionais. No Multitronic, duas polias cônicas (ou seja, com o diâmetro variável) se movimentam através de uma corrente flexível de alumínio. Ou seja, o funcionamento da transmissão é “liso”, sem trancos, usando um princípio técnico como o dos ciclomotores ou scooters, que usam duas polias de diâmetro variável.

No Audi, conforme se pressiona o pedal do acelerador as polias se aproximam ou se afastam. Tudo controlado por centrais eletrônicas e sensores, que ajustam o seu funcionamento não só ao comportamento do motor, como também à maneira de dirigir do próprio motorista.

As mensagens enviadas à caixa de câmbio controlam infinitas relações de marcha (que vão de 2,1 : 1, a última marcha, à 12,7 : 1, correspondente à primeira marcha). As relações acontecem através das mudanças da distância entre as polias e a posição da corrente. Ou seja, com a alavanca em D (Drive), por exemplo, se vai de 0 a 150 km/h sem mudar de engrenagem.

A figura ao lado mostra a corrente flexível utilizada no câmbio CVT.

6 comentários:

Anônimo disse...

esse da foto deve ser o instrutor

Anônimo disse...

esse deve ser o cara q poostou

FISICO LOKO disse...

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.......POR ESSA VOCE NÃO ESPERAVA...

FISICO LOKO disse...

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.......POR ESSA VOCE NÃO ESPERAVA...

Anônimo disse...

Desse jeito vc me ferra... Estava fazendo uma pesquisa na empresa e aparece uma foto dessa.
Nem sei o que falar para o meu chefe.

Anônimo disse...

por que vc não pega essa pica aroveita que ele tá dura e enfia tudo no teu cu!